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O relatório é dividido em quatro blocos que respondem perguntas progressivamente mais específicas: estou bem hoje?, aguento a meta?, onde está o gargalo?, o que faço agora?.

Cabeçalho — três subscores

No topo do relatório, três pontuações resumem o estado atual do app:
SubscoreO que mede
PerformanceWeb Vitals (LCP, INP, CLS) e tamanho do bundle. O que o usuário sente ao abrir o app.
AcoplamentoEstrutura do código e pontos onde o crescimento amplifica dívida técnica.
DadosComo os dados fluem e se a camada aguenta a meta sem refatoração.
Cada subscore é um número de 0 a 100. Um badge ao lado do título indica os números atuais e a meta — algo como “1.500 agora → 5.000 na meta”.

Métricas Web Vitals

Logo abaixo dos subscores, uma linha com os valores numéricos das métricas que alimentam o subscore de Performance:
  • LCP (Largest Contentful Paint) em milissegundos — tempo até o conteúdo principal aparecer.
  • INP (Interaction to Next Paint) em milissegundos — responsividade a cliques e toques.
  • CLS (Cumulative Layout Shift) — quanto o layout pula durante o carregamento.
  • Bundle — tamanho do JavaScript em KB.
São os mesmos valores que ferramentas como Lighthouse e PageSpeed Insights usam — a diferença é que aqui eles vêm acompanhados de uma análise contextualizada por LLM nas abas Findings/Actions.

Linha do tempo de capacidade

Esta seção é onde você descobre se o seu app aguenta a meta. Renderiza uma linha do tempo com três marcadores:
  • Onde você está hoje (usuários atuais).
  • Onde quer chegar (meta em 6 meses).
  • Teto de capacidade — o ponto a partir do qual você começa a sentir pressão.
Quando o teto está à direita da meta, o cabeçalho mostra “Aguenta a meta”. Quando está à esquerda, mostra “Não aguenta a meta” e o relatório destaca o gargalo logo abaixo.
O teto incorpora uma margem de segurança de 10% — chegar nele não significa que o seu app cai, significa que você vai começar a notar lentidão, erros intermitentes, ou contas crescendo mais rápido. É o sinal de que está na hora de revisitar a arquitetura ou os tiers de plano.
A seção só renderiza quando o pipeline conseguiu calcular um teto numérico. Se o teto for desconhecido (faltam dados de algum serviço), a linha do tempo é omitida e o relatório segue normalmente para as outras seções.

Limites de APIs de terceiros

Tabela detalhada com cada API que entrou no cálculo. Para cada linha:
ColunaO que mostra
APINome do serviço + tier que você confirmou na Revisão de Planos.
RestriçãoQual limite específico daquele tier está sendo avaliado (ex.: requisições/hora, MAU, tokens/mês).
Status agoraVerde / amarelo / vermelho — onde você está hoje em relação ao limite.
Status na metaO mesmo, mas projetado na meta de 6 meses.
Consumo projetadoNúmero absoluto na meta vs. o limite contratado.
Consumo projetado está abaixo de 50% do limite. Não há pressão neste tier.
Consumo projetado está entre 50% e 90% do limite. Vale planejar upgrade ou mitigação antes de chegar lá.
Consumo projetado está acima de 90% do limite. Esta API é candidata a ser o gargalo — comece pelo upgrade ou pela troca de provedor.

Findings, Gaps e Ações

Três abas no rodapé do relatório:

Findings

Problemas concretos encontrados na análise. Cada finding tem severidade, descrição e contexto.

Gaps

Lacunas estruturais — coisas que faltam ou estão fora do padrão e podem virar problema com escala.

Ações

Sugestões priorizadas de o que fazer agora. Cada ação aponta para o finding ou gap que ela endereça.
A aba Ações é o ponto de partida para refatorações. As ações são ordenadas pela combinação de impacto no teto de capacidade e esforço estimado — comece pelas primeiras.
Você pode marcar ações como concluídas dentro do portal e rodar uma nova análise depois para validar se o teto subiu.

Próximo passo

Metodologia

Veja exatamente como o teto é calculado e por que apenas um gargalo importa.